Pervertido, manipulador, sem escrúpulos, engraçado, amante de garotas jovens — que os defensores do amor puro se afastem deste romance. Jiang Che reencarnou como o típico vilão herdeiro de uma famíli
PS: Por excesso de velocidade, fui trancado no “quarto escuro” uma vez—hahaha, força eu tenho! O cenário da história é uma prestigiada instituição aristocrática em um universo paralelo.
Colégio Shilan.
Ao entardecer, o sol se punha lentamente, tingindo o céu de sombras cada vez mais densas, enquanto os estudantes deixavam a escola, retornando aos seus lares.
No segundo andar do edifício acadêmico, numa sala confidencial—
“Jiang... Jiang Che? O que você está fazendo aqui?”
A jovem permaneceu imóvel, atônita, fitando incrédula a porta. Até mesmo suas mãos tremiam levemente, e, por instinto, escondeu o que trazia atrás das costas.
À porta, um rapaz trajando um moletom branco puro apoiava-se displicentemente no batente, as mãos afundadas nos bolsos da calça, os lábios curvados num sorriso irônico enquanto a observava.
Jiang Che havia atravessado para esse mundo há pouco tempo; para ser preciso, tornara-se um personagem de romance — um vilão destinado ao fracasso. O título da obra: "O Dragão Selvagem ao Lado das Belas do Campus" — só pelo nome já se pressente a trama repleta de clichês e reviravoltas.
O protagonista, Lin Yu, treinara arduamente nas montanhas por longos anos até que seu mestre lhe confiou a missão de descer à cidade para servir de guarda-costas à mais bela do colégio. Daí em diante, segue-se a clássica escalada de poder e conquistas, humilhando rivais e, claro, conquistando corações. Não obstante, Lin Yu é um protagonista algo eunuco: arrogante, sim, mas à mercê de paixões tolas diante das heroínas.