Depois de entrar no mundo do livro, Qin Shu descobriu que era uma impostora, tendo tomado o lugar da irmã ilegítima para cultivar a imortalidade. Após oito anos de cultivo, sua irmã, ainda uma mortal,
O corpo de Qin Shu parecia ter sido completamente despedaçado, cada centímetro de sua carne, sangue e ossos era tomado por uma dor lancinante. Suas pálpebras pesavam como chumbo e, através do véu avermelhado de sangue, até a luz das velas parecia tingida de vermelho escuro.
— Irmã, naquele dia em que ocupaste o meu lugar para entrar no Portão Celestial, pensaste que este dia chegaria? — Uma voz feminina, preguiçosa e arrastada, soou ao seu ouvido, ora próxima, ora distante, fazendo-a duvidar se não estaria presa em mais um pesadelo.
No instante seguinte, o som de ossos se partindo ecoou novamente, mergulhando-a em uma onda de dor insuportável.
— Ah! — ela gritou, tomada pelo sofrimento.
Sua perna... Aquilo não era um sonho!
Abriu os olhos e fitou a mulher à sua frente, vestida em trajes antigos, brincando com uma longa espada nas mãos.
O rosto dela era desconhecido para Qin Shu.
— Irmã, não diziam que tinhas ossos fortes? Mas veja só, nem precisei fazer força e já se partiram! — falou a mulher com um tom leve, como se tivesse realizado um feito digno de orgulho.
O sangue escorria pela testa de Qin Shu. Ela tentou levantar a mão para enxugar o rosto, mas percebeu que seu braço já estava em carne viva, incapaz de se mover.
— Mianmian, não perca tempo com ela. Daqui a pouco o Reino Secreto de Senyao será aberto; dê-lhe um fim rápido.
...
Foi a primeira vez que Qin Shu experimentou o real significado de um coração partido. A espada impiedosa atravessou seu peito e, antes de morrer, lançou um último olhar à mul