Um Mundo Estranho, Onde Posso Proclamar Deuses

Um Mundo Estranho, Onde Posso Proclamar Deuses

Autor: O Nono Destino
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Apresentação um: Os soberanos da moralidade, os três imperadores e cinco reis, as glórias das dinastias Xia, Shang e Zhou. Sete estados e cinco soberanos lutaram na Primavera e Outono, e o auge e qued

Capítulo Um: A Transmutação da Matéria

Um grito agudo e lancinante de porco ecoou, despertando abruptamente Cui Yu de seu sono turvo. O som, dilacerante e ensurdecedor, era tão angustiante que o deixou agitado, incapaz de voltar a dormir. Sem conseguir conter-se, berrou irritado:

— Que gritaria é essa, estão matando porco? Amanhã não vai mais ter filmagem, é?

Após seu grito, o lamento foi cessando aos poucos. Exausto, Cui Yu mal conseguia manter os olhos abertos; logo voltou a adormecer, sem saber quanto tempo se passou. Em meio ao torpor do sono, sentiu o estômago roncar como trovão e percebeu um cheiro intenso de carne cozida invadindo suas narinas.

— Ensopado de porco! Meu prato favorito!

Como bom nortista, ele conhecia como ninguém o clima das matanças de porco feitas nas festas do Ano Novo, especialmente aquele ensopado típico da região, cujo sabor lhe era profundamente familiar.

— De onde veio esse ensopado? Quem está matando porco? E como ousam não me chamar para comer uma iguaria dessas...

Num ímpeto, Cui Yu se levantou bruscamente e, cambaleando, caiu direto no chão. Diante de si, viu uma cerca velha impregnada do cheiro de terra e de animais; num canto, três porcos se encolhiam, tremendo de medo. Mas o que mais o chocou foi estender a mão para se levantar e, em vez de dedos, ver um par de cascos diante dos olhos.

Patas de porco!

O que estava acontecendo?

Cui Yu ficou parado, atônito, dentro do chiqueiro, os olhos arregalados fitando os próprios cascos, enquanto o aroma do ensopado continuava a encher-lhe o olfato. Era difícil acreditar — o choqu

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